A história do Clube divide-se em duas fases:
A primeira, teve início em meados da década de 90, a partir de uma viagem de treinamento, organizada pela
FUNENSEG, com um estágio na Universidade de Princeton, New Jersey (EUA). O grupo era composto de 32 profissionais,
dos quais, refletindo a situação do mercado de seguros, apenas quatro eram representantes do sexo feminino.
Por uma conseqüência natural, as mulheres aproximaram-se, e perceberam que, a exemplo dos homens, também tinham
muito a trocar de experiência e oportunidades para crescimento profissional umas das outras. E tornando-se
amigas, comprometeram-se em manter a amizade encontrando-se, pelo menos e religiosamente, uma vez a cada mês.
Retornando o grupo ao Brasil, a promessa não somente foi cumprida, mas foi expandida para o que, na época, foi
denominado de Clube do Tailleur. E o grupo, com este nome e objetivo, foi bastante atuante durante um
período, não tendo expandido mais a sua atuação em função de vários fatores, entre eles o desligamento de umas das
integrantes mais atuantes, que decidiu trocar o stress do mercado e das grandes cidades pela tranqüilidade das
noites seresteiras de Conservatória (RJ).
A segunda fase teve início no final da década, quando um outro grupo, também percebendo os benefícios do
“networking” entre profissionais, e tomando por modelo o grupo americano de mulheres profissionais de seguros
(
www.naiw.org), resolveu resgatar as integrantes
do Clube do Tailleur. Para não passar uma imagem de seriedade, o grupo resolveu denominar-se
“Clube das Luluzinhas”.
O grupo, que inclui representantes de todos os intervenientes, ou seja, segurados, seguradoras, corretoras,
prestadores de serviços e resseguradores, tem tido uma trajetória de crescimento, sendo hoje reconhecido no
mercado, não como as mulheres que se reúnem para falar mal dos homens, mas como um grupo composto de profissionais
competentes, com relevante atuação nas suas empresas e no mercado. A natureza de informalidade do grupo
permite que cada integrante compareça aos encontros dentro da sua disponibilidade, mas, também, permite que as
integrantes colaborem, por e-mail, por telefone, etc., em todos os assuntos que a sua participação possa fazer um
diferencial.
Dentre os principais desafios do grupo, encontra-se a conscientização de todas as profissionais atuantes no mercado,
de que a participação no grupo, não somente fortalece e cria novos laços de amizade, mas, principalmente, é uma
oportunidade única para desenvolver o “networking” cada vez mais necessário e, em decorrência, promover o seu
próprio desenvolvimento profissional.